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Terapia com ventosa ajuda, mas benefícios ainda não foram confirmados

Terapia com ventosa ajuda, mas benefícios ainda não foram confirmados

Terapia com ventosa ajuda, mas benefícios ainda não foram confirmados

O objetivo principal da terapia com ventosa é aumentar a circulação sanguínea local e, como consequência, diminuir a tensão muscular

Quem acompanha esportes já se acostumou a ver marcas circulares e vermelhas nas costas dos atletas. A técnica, chamada de ventosaterapia, usa sucção para criar uma pressão negativa que causa a descompressão dos tecidos. A ideia principal do estímulo é aumentar a circulação sanguínea local, favorecer a mobilidade dos tecidos, diminuir a tensão muscular e reduzir a sensação de dor.

No caso de atletas, a ventosa é muito utilizada para agilizar a recuperação muscular, aliviar dores e a liberar a tensão pós-treinos ou competições intensas e estressantes. Porém, a ventosaterapia só funciona quando utilizada como um tratamento complementar em um plano de ação mais amplo.

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“A ventosa não deve ser vista como uma solução única ou milagrosa. Atualmente, ela é considerada um recurso complementar, que apresenta melhores resultados quando faz parte de um plano de tratamento individualizado”, avalia a fisioterapeuta Camila Santos, do Centro de Excelência Física, no Rio de Janeiro.

Por outro lado, apesar alguns estudos demonstrarem os benefícios da técnica, as análises ainda são preliminares e a qualidade delas varia.

“Os mecanismos de ação ainda estão em estudo e temos números reduzidos de comprovações laboratoriais. Há necessidade de uma comprovação de eficácia superior a longo prazo e a correlação com patologias ou doenças adversas”, ressalta a fisioterapeuta Georgia D’Oliveira, professora da Universidade Católica de Brasília (UCB).

Apesar de ajudar em quadros de incômodos e tensão muscular, o uso da ventosa pode causar reações adversas em algumas situações, sendo contraindicado para:

Indivíduos com feridas abertas, queimaduras ou infecções de pele;

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